Resenha | Doctor Who: Shada

Título: Doctor Who: Shada
Título Original: Shada
Autor: Gareth Roberts
Editora: Suma de Letras
Ano: 2014
Páginas: 352
Sinopse: Vista e cultuada em mais de 200 países, a série de TV Doctor Who é um ícone cultural britânico que conquistou mais de 70 milhões de fãs em 50 anos de aventura.  O seriado acompanha o Doutor: um viajante misterioso, vindo do planeta Gallifrey, movido pelo desejo de explorar todos os cantos do tempo e do espaço. Um dos Senhores do Tempo, o Doutor é capaz de se regenerar para escapar da morte, mudando de corpo, rosto e personalidade. Com seus companheiros, humanos e alienígenas, ele protege a Terra e o cosmos contra perigos de todos os tipos.

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Shada, escrito por Gareth Roberts, adapta um roteiro de Douglas Adams para Doctor Who que não chegou a ser exibido. Na história, acompanhamos o quarto Doutor e sua companion Romana II.

Apesar de não ter sido escrito por Douglas Adams, o livro tem uma narrativa muito parecida com a do autor. Todo aquele sarcasmo apresentado na série “O Guia do Mochileiro das Galáxias” é visto em Shada, com várias tiradas e diálogos bastante engraçados.

O livro também possui aquele clima característico de Doctor Who. Durante a leitura, eu tive as mesmas sensações que tenho ao assistir algum episódio da série. Não só em termos de história, mas o humor também é o mesmo.

A narrativa é em terceira pessoa e acompanhamos alguns pontos de vista ao decorrer do livro. A leitura é rápida e a narrativa bastante envolvente, fazendo o leitor pedir mais. Como dito anteriormente, tudo é bem a cara de Doctor Who, e junto com o humor, também vieram as reviravoltas. O final do livro me surpreendeu bastante. Algumas coisas talvez tenham sido um pouco mirabolantes, mas estamos falando de Doctor Who, então está tudo certo.

Claro que os fãs da série – que já estão acostumados com a história e tudo mais – gostarão muito mais do livro, mas eu recomendo o livro mesmo para aqueles que nunca a assistiram. Se a pessoa souber o mínimo sobre Doctor Who, ela pode entender facilmente a história. Mesmo quem não assistiu à série clássica (como eu), não terá problemas com o livro.


Lucas Zeferino

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