Review: Arrow - Corto Maltese (S03E03)



Arrow tem seu terceiro episódio da temporada em ares completamente diferentes, dessa vez vimos as missões de Oliver na fictícia Corto Maltese, onde o irmão ia tentar levar Thea de volta à Star/Starling City. Ao mesmo tempo, nos deparamos com a amada Felicity e Laurel seguindo seus caminhos longe de todo o perigo de ser do time Arrow - ou quase. Sinto que teremos bastante coisa a comentar sobre o episódio, pois comecemos.

Confesso que estava armado com críticas e insultos para Thea, que havia se mudado ao ambiente do episódio há cinco meses, nos quais estava com seu pai biológico, Malcolm. Aqui provando sua antiga inutilidade ao dizer ao homem que queria sumir com ele, Malcolm, que poderia lhe ajudar a não ferir ninguém nem a si mesma. Malcolm, que poderia lhe ajudar a não ferir ninguém é nem a si mesma. Repito essa frase na esperança de que percebam o quão ridícula e irracional foi sua atitude. Porém, devo dizer que Merlyn fez realmente um bom trabalho com a garota, que agora encontra-se treinada para situações de dor e pelo visto já sabe bem controlar seus sentimentos.

Os flashbacks também foram focados na garota e também não posso dizer que desaprovo. Neles ficamos sabendo como Merlyn treinou a filha, para que chegasse ao estado em que a econtramos no momento atual. No começo, Thea encontrava-se em uma espécie de bloqueio mental e hesitava se deveria ou não ficar com seu querido papai. Esperava que esse fosse tratá-la como uma verdadeira rainha. Não foi bem assim, não mesmo. Aqui deixo uma frase dita pelo homem que pretendo levar pra vida e também julgo como explicada toda a situação: "Um bom guerreiro admite que a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional."

O caso da semana considero como um filler. Um agente da Argus, que estava - estrategicamente colocado - em Corto Maltese, que venderia dados pessoais de outros agentes em troca de "liberdade" da mesma. Bem, sua tentativa de libertação não foi muito bem sucedida, sendo que Oliver, Roy e Diggle estavam prontos para atacar. Um verdadeiro filler, que nem a produção parece ter se importado tanto, o próprio detalhe de que o traidor tinha alugado um exército super barato pra cobrir o perímetro pareceu irreal, mas a parte de que foram baratos foi compreensível, sendo que foram derrubados com o menor esforço.

Voltando à América do Norte, temos Laurel e Felcity lutando com suas próprias armas. Começando por Laurel, temos a garota em uma das reuniões do AA (alcoólatras anônimos) onde uma de suas companheiras relata - mais uma vez - que havia sido espancada por seu namorado. A garota, que está passando por um momento difícil não consegue se conter e vai atrás do homem tentando ensiná-lo uma lição. Quem acaba levando a lição é ela, apanhando do homem. E assim vamos caminhando a cada episódio e nos despedindo da antiga Laurel, que vai se transformando na nova Canário.

Por fim, mas não menos importante, temos nossa - querida e amada - Felicity, agora trabalhando para Ray, o novo dono da antiga empresa dos Queen. Não vejo muito futuro nessa relação, onde o chefe parece dar tudo pela mulher e ela parece não se importar jamais com o emprego. Ainda tem mais coisa nessa história do que sabemos, não entendi a cena final da garota. Ela sai de sua sala - depois de pedir uns dias de folga um dia depois de começar a realmente trabalhar - e seu patrão acessa dados de armas perigosíssimas em seu computador. Não consegui entender de quem eram aqueles documentos porque pelo rosto que o homem fez, a conclusão que fica é que ele desconfia dela, mas veremos.

Um bom episódio em ambientes totalmente diferente, tanto no tempo real quanto nos flashbacks que abriu espaço a uma vasta gama de novas histórias que conseguiram prender a atenção do telespectador nos quarenta minutos decorridos do episódio. Espero voltar a ver a história de Tóquio, que admito estar bastante curioso e agora parece que o arqueiro terá de enfrentar a amante da Sara da Liga, que voltou a procurá-la, parece que não a informaram. Enfim, semana que vem estamos de volta e não deixe de comentar conosco.

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