Review | Arrow - Draw Back Your Bow (S03E07)


"Mulher, que máquina és, que só me tens desesperado". Talvez seja prudente começar esse texto com esse versinho retirado de um poema de um mestre, que pode descrever bastante o que nosso protagonista sentiu em todo o episódio, seja nos flashbacks, seja no tempo real, enquanto luta com sua consciência em relação às mulheres de sua vida. Checaremos isso depois. O episódio foi muito bem estruturado, com todas as partes muito bem interligadas, de forma que pudemos aproveitar muito bem essa maravilha.

No fim do episódio passado, fomos apresentados à uma potencial vilã chamada Cupido. Porém, o que descobrimos nesse episódio é que essa não era na verdade uma vilã e sim uma admiradora nível master de nosso protagonista. Essa, então, tenta chamar atenção de nosso vigilante à todo custo, até mesmo matando um criminoso e o caracterizando, também, de vigilante. Acho que dá pra perceber que tal atitude não foi muito do agrado do Team Arrow. Voltamos com essa parte um pouco depois.

Fazendo um contraponto com esse núcleo da vilã-não-vilã, temos nossa admirável - um termo estranhamente usado nessa review - Felicity, que está crescendo cada vez mais suas relações com seu patrão e novo dono da antiga empresa dos Queen, Ray Palmer. Oliver, por sua vez, já não se sente tão feliz com essa situação. Porém, não é como se ele tivesse o direito de dizer algo, sendo que foi o próprio que não quis ficar com Felicity por motivos de proteção. Mas confesso que fico bem partido com essa situação, afinal, o que ele fez, como já dito, foi exclusivamente para proteção, mas também não é isso que fará com que a garota o espere para sempre. Percebam a confusão total na cabeça dos espectadores.

Voltando à Cupido, foi realmente impressionante uma antagonista apaixonada que não usasse a verdadeira paixão do amado como forma de ameaça, mas foi melhor assim, a maneira com que construíram o episódio deixou um leque enorme de próximas situações. A Cupido, quando rejeitada acaba se voltando contra Oliver, que consegue contê-la e mandá-la para ARGUS. Não foi um núcleo realmente tão importante, mas serviu justamente pra fazer esse contraponto entre os amores de Oliver e as amantes dele. E agora sim sabemos de verdade sua paixão. E é por sabermos que temos uma das cenas mais tristes da série. Oliver, aconselhado por Diggle, vai atrás de Felicity, em seu escritó, e a vê beijando Ray Palmer. Vou cortar esse assunto antes de cair em depressão profunda.

Em Hong Kong, apesar de ser uma parte bem dispensável, por enquanto, também temos Oliver se juntando à mulher do cara que o hospedou. O cara, que eu não sei o nome, tinha sumido e a nova dupla, que antes se odiava, foi atrás do mesmo. Recebem a notícia que o homem está morto. Ele não estava. Simples assim. Essa parte dos flashbacks estão prometendo bastante, vejo esses começo de temporada como uma preparação para o que virá mais tarde. Aguardemos.

Um bom episódio, que deu aos fãs dos casais um verdadeiro presente, ou não. Pelo menos agora já sabemos que Oliver pretende declarar seu amor mais cedo ou mais tarde. Estou bem curioso e não apenas por isso. Antes do hiatus sempre tem aquele episódio que nos deixa de queixo caído e ainda não vejo nenhum ponto de abertura para o mesmo. Vou confiar nos roteiristas e aguardar algo muito bom. E aliás, já fomos apresentados ao vilão do próximo episódio. Espero que não mantenham esse formato. Pois bem, espero que tenham gostado da review e até a próxima.



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