Crítica | Unbreakable Kimmy Schmidt - 1ª Temporada


Unbreakable Kimmy Schmidt é a mais nova série da Netflix e foi criada Tina Fey e Robert Carlock, que também foram responsáveis pela incrível 30 Rock. Com um estilo de comédia bem parecido com a primeira, a série protagonizada por Ellie Kemper é divertida e possui boas tiradas.

Após serem raptadas (sem saber) e ficarem quinze anos em um bunker se protegendo do apocalipse que, supostamente, assolou a Terra, Kimmy e mais três mulheres encontram liberdade em um mundo bastante diferente. Sem conhecimento de novas tecnologias e de referências culturais, por exemplo, Kimmy decide viver em Nova York e “recuperar” o tempo perdido.

Na série, não temos aquele tipo de humor que subestima o telespectador e esfrega a piada em sua cara, como a maioria das sitcoms de hoje. Muitas tiradas são sutis, e eles não se apegam à elas. Quem pegou, pegou; quem entendeu, entendeu. E já partem para a próxima.

Os personagens da série foram um dos pontos altos desta primeira temporada. Kimmy é bem parecida com Erin, personagem de Ellie Kemper em The Office. Sua boa vontade sem fim e sua inocência rendem situações engraçadas e tornam difícil não se apegar à protagonista. Titus é um show a parte. Sua busca pela fama e suas tentativas sem sucesso são impagáveis. Jane Krakowski, mais uma vez, interpreta uma personagem totalmente sem noção e, mais uma vez, manda super bem.

A série teve seus episódios mais mornos, principalmente em seu início. Mas o conjunto da obra foi muito interessante. O roteiro, os personagens e as piadas com bom timing tornaram o seriado muito divertido e gostoso de acompanhar. Você consegue, facilmente, ver vários episódios seguidos sem cansar.

Agora, resta esperar um ano para a segunda temporada, que já foi confirmada.

Lucas Zeferino

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