Resenha | Catalisador (Insígnia - Livro 3)

Título: Insígnia - Catalisador
Título Original: Catalyst
Autor(a): S. J. Kincaid

Editora: Vergara & Riba
Ano: 2015
Páginas: 456
Sinopse: Tom Raines e seus amigos estão ansiosos para voltar ao Pentagonal Spire e continuar seu treinamento nas Forças Intrassolares. Ainda que este seja um momento em que as coisas não pareçam estar tão bem, Tom não se intimida e persiste em lutar.O que começa como um ajuste de contas intrigante entre Tom e seu pai logo se transforma em uma mudança perigosa, pois há agentes suspeitos em posições de poder, bem como revelações sobre um novo controle militar. Isso significa, talvez, que Tom tenha que manter segredos inclusive de seus aliados.

Confira as resenhas dos primeiros volumes aqui e aqui

“Catalisador” é o volume final da trilogia Insígnia, que se passa em um futuro distópico não tão distante durante a Terceira Guerra Mundial. As batalhas são travadas no espaço, sendo controladas por jovens que permanecem em segurança na Terra. O protagonista Tom, que vive se mudando constantemente com o pai, é escolhido para se tornar uma dessas pessoas. A partir daí vemos o treinamento dele e outras tramas que vão sendo desenvolvidas no decorrer dos outros volumes. 

Após um primeiro volume incrível que me prendeu do início ao fim, me decepcionei com a continuação e fiquei bem desanimado com relação ao desfecho da história. Apesar de continuar achando o primeiro livro o melhor da série, a autora conseguiu recuperar um pouco do ritmo e entregou um final satisfatório. 

A narrativa de Kincaid é incrivelmente rápida e gostosa de ser lida. Apesar das mais de 400 páginas, o livro é super leve e você consegue avançar bastante na leitura antes de cansar. O bom humor também pode ser notado em todo o decorrer da história. Tom tem boas tiradas e os diálogos entre ele e os amigos sempre são engraçados. 

Trata-se de uma distopia com cenas que se passam em realidades virtuais. Também vemos coisas como processadores neurais e cérebros sendo reprogramados. Neste último volume, a autora abordou um pouco mais as questões “políticas”, mostrando pessoas que querem usar Tom e sua mente para fins próprios. Eu, particularmente, adoro os toques tecnológicos que são mostrados na história e achei esse volume bem balanceado nesse quesito. 

Vale a pena ler a trilogia? Sim. Apesar da decepção que tive com o segundo volume, consegui superar e aproveitar o final. Para mim, a autora chegou no ápice logo no primeiro livro, mas isso não quer dizer que as continuações sejam perda de tempo.

Lucas Zeferino

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