Crítica | Fuller House - 1° Temporada

Rostos novos e outros já conhecidos enchem ainda mais a casa dos Tanner



Depois de vinte anos, os Tanners retornaram à TV. O revival contou com todo o elenco original, exceto as gêmeas Olsen, voltando a dar vida a uma das famílias mais queridas das séries. Mesmo com a troca de papéis e se passando em uma época totalmente diferente, Fuller House segue o mesmo modelo de sua série mãe.

A série tem uma roupagem mais moderna, mas traz exatamente aquilo que era visto em Full House. Além de ter os clichês de sitcoms, possui também os clichês de uma sitcom daquela época. Uma clássica produção dos anos 90, mas agora com tablets e smartphones.

Por isso, pode não agradar àqueles que esperam ver uma comédia inovadora. Principalmente os que não possuem um vínculo de afeto com todos esses personagens. Outro fator que pode desagradar é que, além de entreter os que cresceram acompanhando a vida dos Tanner, a série tem que ser divertida para as crianças, que querendo ou não, são o público alvo - assim como em Full House. Isso rende algumas piadas e situações infantis, o que e totalmente entendível.

O modelo Netflix casou muito bem com o ritmo da produção. Extremamente gostosa de assistir, a série rendeu uma ótima maratona. Era impossível simplesmente parar de assistir com os episódios passando tão rápido.

Um revival que cumpriu o requisito

Logo nos primeiros minutos do piloto a série ja nos faz sentir em casa no que foi um dos maiores fanservices que já vi. Os personagens só apareciam na cozinha, sem praticamente nenhum contexto. E mesmo assim foi demais. Afinal, aí está a graça de um revival como esse.

Extremamente fiel à série original, Fuller House em sua simplicidade mostrou ao longo dos treze episódios iniciais que seu retorno não foi um erro. Despretensiosa e divertida, trouxe aquilo que todos estavam esperando. E com certeza nos deixou com gosto de quero mais.


Lucas Zeferino

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