Crítica | Supernatural - 11ª Temporada


Não canso de falar nas reviews que Supernatural vem provando que, mesmo depois de onze anos, ainda continua com fôlego. E que fôlego. A décima primeira temporada da série chegou ao seu fim e pode ser considerada a melhor desde a época de ouro da série.

Não bastando ter apresentado um vilão digno, a Escuridão, que se mostrou uma verdadeira ameaça, a série ainda proporcionou outros tiros feitos especialmente para os fãs. Quem imaginaria que Lúcifer daria as caras novamente? (Registro aqui a minha felicidade por Castiel ter sobrevivido. Obrigado aos envolvidos.)

O tiro maior foi, com certeza, a aparição de Deus. Pensei que eles nunca iriam ultrapassar essa barreira, mas o fizeram. E ainda por cima como Chuck! Melhor. Fanservice.

Mesmo com os fillers, alguns muitos bons, outros bem fracos, a série manteve um ótimo ritmo ao longo dos episódios, desenvolvendo muito bem a trama. A evolução foi tão boa, que é estranho pensar no começo da temporada e lembrar de Amara sendo aquela incógnita, ainda no corpo de um bebê.

Teremos, sim, uma décima segunda temporada de Supernatural e pelo visto, teremos ainda mais. O ideal seria que o final fosse anunciado antes para que houvesse um bom planejamento. Se fosse para finalizarem na próxima, acho que já teriam anunciado na renovação. Aguardo tranquilo, pois fôlego Supernatural já provou que tem.


Lucas Zeferino

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